Escrito em primeira pessoa, Cemitério de Joaninhas nos convida a entrar na intimidade de uma jovem no início da vida adulta em busca de independência, pertencimento e amor.
Dividida entre o sonho e a realidade, entre Rio de Janeiro e São Paulo, entre o antes e o agora, acompanhamos sua procura por uma carreira que faça sentido com seus desejos e boletos, por um lugar que possa chamar de seu – independentemente de seus ônus e sua vontade de amar e ser amada do seu jeito.
Em um mundo onde uma mulher independente pode ser mal interpretada, julgada e condenada num piscar de olhos, acompanhamos essa personagem ainda sem nome se tornar alguém que é dona de si, aos trancos, barrancos e deleites, que ora encantam, ora incomodam.
Julia tem 31 anos, é jornalista por formação com pós graduação em escrita criativa. Dona de uma criatividade que transborda e de uma estética que a faz transformar o comum em genial, é também designer, mas é nas palavras que demonstra sua mais profunda e íntima forma de expressão. Em Cemitério de Joaninhas Julia nos apresenta as delícias e as dores de se transformar em quem se é e de conquistar um lugar no mundo que é seu por direito. Cemitério de Joaninhas é seu livro de estreia.